sexta-feira, 27 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Greve : Secretário de saúde viaja e deixa comissão do Governo em maus lençóis, diz Sinderon
Autor: Assessoria/Sinderon
Porto Velho, Rondônia - O secretário de Estado da Saúde, Gilvan Ramos, mais uma vez mostrou sua “competência” para negociar a questão da saúde de Rondônia. Depois de ter zombado de sindicalistas durante uma reunião na semana passada, o secretário agora deixou os próprios colegas do Governo em situação delicada: ele simplesmente não apareceu na reunião desta quarta-feira, 25, na sala de reuniões do governador Confúcio Moura, onde seria realizada uma negociação com dirigentes do movimento grevista da Saúde.
O paradeiro do secretário foi dado como incerto e não sabido, porque nenhum representante do Governo soube dizer onde Gilvan Ramos estava ou se o mesmo viajou ou encontrava-se em Porto Velho. Além disso, os representantes da Sefin (Secretaria de Finanças) , Procuradoria Geral do Estado e Controladoria sequer sabiam dos motivos de sua convocação para a reunião com o movimento grevista. A reunião, por isso, tinha que dar errado.
Segundo o presidente do Sinderon, Angelo Florindo, o secretário Gilvan não vem levando a sério a questão da greve da saúde porque age com desinteresse perante a categoria e ainda coloca o próprio Estado em situação vexatória. “A greve está batendo na porta do Governo e o secretário parece não estar preocupado com isso. Se furta em participar de uma reunião e não se preocupa, pelo menos, em elaborar uma proposta à categoria”, disse Angelo.
O representante do Conselho Regional de Enfermagem (Coren), Digo Casal, que também esteve na reunião, disse que o desconhecimento do Governo é tanto, que o impacto na folha de pagamento enviado por e-mail pelo secretário e mostrado na reunião é baseado em uma tabela do PCCS dos servidores da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam). “A realidade dos servidores da Sedam e da saúde é totalmente diferente”.
Ao final da reunião foi lavrada uma Ata entre os presentes e a representante da Sefin sugeriu que, caso haja uma reunião antes da greve, o secretário Gilvan Ramos esteja presente para dirimir dúvidas não só à Comissão da Saúde como também dos demais representantes do Governo do Estado.
Fonte: tudorondonia
segunda-feira, 23 de abril de 2012
GREVE NA SAÚDE DE RONDÔNIA
Em Assembléia-Geral realizada em frente ao Hospital de Base em Porto Velho, trabalhadores na saúde estadual deflagraram greve por tempo indeterminado. Eles reclamam a falta de dialogo com o Governo, e principalmente devido às declarações do Gilvan Ramos de Almeida, de que como está, o projeto do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCR) não será acionado pelo governador Confúcio Moura. A decisão dos servidores, defendida pelo Sindsaúde, define que o movimento de paralisação começa efetivamente em 72 horas, como exige a Lei. Os servidores garantem que irão assegurar pelo menos 30% de funcionários nos locais de trabalho. Pediram no entanto, que os trabalhadores do interior, não enviem mais doentes a Capital.
FONTE: TUDORONDONIA
sábado, 21 de abril de 2012
O Brasil nos últimos 40 anos
O Brasil enfrentou diversas mudanças nos últimos 40 anos, mudança de regime político, mudança no acesso a saúde, populações migraram para outras regiões do País em busca de terra e melhorias na qualidade de vida. O crescimento econômico aconteceu de forma unilateral, onde pequenos grupos enriqueceram enquanto a massa populacional sobrevivia abaixo da linha da pobreza. A restauração da democracia nos anos 80 resgatou parte dessas pessoas com programas de transferência condicionada de renda (bolsa família e outros) com aumento da oferta de emprego, reposição salarial e acima de tudo, com a constituição de 1988 em que trouxe para a população um sistema maravilhoso de saúde que atende a todos os brasileiros. O SUS contribuiu para melhorar a qualidade de vida de milhões de brasileiros que antes viviam a mercê de sua própria sorte. O controle epidemiológico realizado pelo Estado, bem como o sistema vacinal do País que financiado pelo SUS, proporcionou a erradicação de várias doenças e o controle de outras tantas que abatiam nossas crianças, nossa população.
No Brasil atual o crescimento econômico acontece em todas as regiões do País e as oportunidades são iguais para todos, com acesso a saúde de qualidade, educação em todos os estágios da vida escolar, formação técnico-profissional e oportunidade de trabalho com carteira assinada e todos os direitos trabalhistas conquistados ao longo do tempo.
Os brasileiros se alimentam melhor, pois tem acesso a informações nutricionais e maneiras de conseguir esse alimento, quando tem valorizado a sua mão de obra e oportunidades de emprego.
Ainda precisamos evoluir mais, crescer mais e respeitar mais nosso meio ambiente, para garantir que esse crescimento possa continuar no futuro!!!
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Sinsaúde mobiliza categoria amanhã para votar indicativo de greve na saúde estadual
A iminência da deflagração de uma greve geral por tempo indeterminado na saúde do Estado é cada vez maior. O posicionamento da Secretaria de Estado da Saúde em não encaminhar a Minuta da Revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) dos servidores do setor deve levar a categoria a votar o início de uma paralisação já na próxima semana.
A declaração foi dada hoje á tarde pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde no Estado de Rondônia (Sindsaúde), Caio Marin. Segundo ele, o Governo se comprometeu em aprovar a revisão do PCCR desde que os sindicatos direta e indiretamente ligados à saúde, apoiassem a aprovação do Projeto das Organizações Sociais (OSs).
“A criação e funcionamento das OSs foi condicionada na Lei à aprovação da revisão do PCCR dos servidores da Saúde. Não entendemos a postura do Governo em atropelar o acordo e vamos protestar contra a quebra do compromisso firmado perante todos os sindicatos. Demos nosso voto de confiança e queremos seriedade por parte do Governo”, disse Caio Marin. SINDSAUDE_JP2
Amanhã, a partir das 7 horas, o Sindsaúde estará mobilizando a categoria para a realização de uma grande assembléia geral no Hospital de Base, em Porto Velho. Caso a categoria vote pela deflagração da greve, o sindicato irá notificar o Governo sobre a decisão em até 72 horas, antes de iniciar o movimento paredista. “Amanhã será um dia decisivo para a categoria”, finalizou Caio Marin.
Bispos falam sobre anencefalia durante coletiva de imprensa da CNBB
Aconteceu na tarde desta quarta-feira (18), a primeira coletiva de imprensa da 50ª Assembleia Geral (AG) da CNBB –Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
O encontro contou com a presença do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, Dom João Carlos Petrini, que é bispo de Camaçari (BA); Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, bispo auxiliar de Belo Horizonte e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Educação e Cultura, e, por fim, o bispo auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Antônio Augusto Dias Duarte.
Na oportunidade vários temas como a Jornada da Juventude em Belo Horizonte e o trabalho para se colocar no currículo escolar disciplinas sobre religião, foram abordados.
No entanto, o assunto que ganhou destaque foi a decisão do STF - Supremo Tribunal Federal que, recentemente, legalizou o aborto de fetos com anencefalia.
Dom João Carlos Petrini deixou claro que os ministros não pensaram adequadamente antes de tomar a decisão, e por isso o assunto demanda outras discussões.
“Vamos sim tratar deste assunto durante este encontro aqui em Aparecida. Afinal, os fetos portadores de anencefalia foram considerados “não pessoa” e isso precisa ser revisto”, disse.
O bispo auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Antonio Augusto Dias, que também é médico, disse que “a decisão exige conhecimento médico e psicológico e por isso a igreja vai continuar debatendo o tema”.
Ele lembrou que o assunto tem muitas repercussões e agora é interessante conhecer também a realidade das gestantes que sofrem com o problema.
“Precisamos saber se essas mães estão sendo devidamente amparadas pelo governo e pela sociedade”, afirmou.
Ainda dentro da discussão, o porta voz da 50ª AG e Arcebispo de Campo Grande (MS), Dom Dimas Lara Barbosa, lembrou que considera perigosa a decisão dos ministros do STF.
“Vejo que esta decisão abre portas para outros tipos de crimes. Hoje são os fetos que sofrem com anencefalia. Quem garante que no futuro não serão os fetos com algum tipo de deficiência?”, indagou Dom Dimas.
Foto: Imprensa/ Santuário Nacional
terça-feira, 17 de abril de 2012
Secretário diz que governador não vai assinar PCCR da Saúde
Um dia antes do prazo final para o Governo do Estado dar resposta a respeito do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCR) dos servidores em Saúde, o secretário da pasta, Gilvan Ramos de Almeida, afirma que “da forma que o Plano está, nesse ano o governador não assina”. A declaração se deu durante reunião ocorrida nesta terça-feira (17), em Porto Velho, com representantes do Sinderon (Sindicato dos Profissionais em Enfermagem) e do Coren (Conselho Regional de Enfermagem).
A resposta do secretário desmonta as expectativas dos servidores que esperavam a assinatura do PCCR pelo Executivo Estadual e o encaminhamento para a Assembleia Legislativa, a fim de inclusão no Orçamento do Estado para 2013. Para o técnico de Enfermagem, Jorge Molina, que é lotado no Hospital Regional de Extrema, a implantação do plano é o sonho dos servidores da saúde. “Trabalhamos com vidas todos os dias, mas não somos valorizados. Nosso sonho é que, com a implantação do PCCR, nossa situação possa mudar”, frisou.
Reunido com os sindicalistas no último dia 26 de março, o secretário Gilvan Ramos pediu prazo para uma análise criteriosa do PCCR revisado (no qual foram mantidas as tabelas salariais) e para realização de estudo de impacto na folha de pagamento do Estado, sendo acordado 23 dias a partir daquela data - finalizando nessa quarta-feira, dia 18. Mas, a posição do governo veio um dia antes, e, de imediato, desencadeou revolta nos representantes dos enfermeiros que, logo após a reunião com o secretário, se reuniram com servidores no Hospital Cosme Damião, dando início ao chamado ‘movimento pró-paralização’.
O presidente do Sinderon, Ângelo Florindo, se mostrou indignado com a resposta negativa do secretário em relação ao PCCR, bem como com sua “postura sarcástica” (na interpretação de Ângelo) no tocante às reivindicações da categoria. “O secretário zombou da categoria de enfermagem, e deu risadas! Sendo que estamos lutando por valorização. É fácil rir estando na posição que ele está. Quero ver se esse pessoal do alto escalão do governo conseguiriam rir se estivesse vivendo a realidade dos enfermeiros, técnicos e auxiliares que, aqui em Rondônia, sofrem tamanha desvalorização, com uma remuneração vergonhosa!”.
“Tentamos o caminho do diálogo. Participamos de várias reuniões na Casa Civil e na Secretaria de Saúde, mas, infelizmente, o governo acha que estamos brincado! O que mostra que a alternativa que nos resta é a greve. E isso a categoria é quem vai decidir, e como Sindicato, vamos apoiar. Inclusive, já se forma um movimento no interior o Estado em prol da paralisação. Os servidores estão revoltados e indignados! Não aguantam mais tanto descaso por parte dos governos! Tem dinheiro p’ra tudo, mas quando o assunto é PCCR da Saúde, o Estado não tem dinheiro!”, indignou Ângelo Florindo em discurso aos servidores.
CONTRAPROPOSTA RECUSADA
Até ser aprovado o PCCR dos servidores da Saúde, o Sinderon, a exemplo da gratificação conquistada pelos médicos (por cirurgia), apresentou ao Governo uma proposta pedindo gratificação para os profissionais em enfermagem com os relativos valores: R$ 1.000,00 (mil reais) para Enfermeiros; R$ 700,00 (setecentos reais) para Técnicos e R$ 550,00 (quinhentos e cinquenta reais) para Auxiliares.
Já a contraproposta apresentada pelo secretário de Saúde, Gilvan Ramos, foi de aumento de apenas 11.4% em cima dos valores básicos da categoria, que é de R$ 953,62 (AUXILIAR), R$ 1.256,71 (TÉCNICO) e R$ 2.512,58 (ENFERMEIRO).
“Essa contraproposta absurda reafirma a nossa desvalorização, e, além disso, esse aumento proposto só entraria em vigor a partir de janeiro de 2013, reforçando a afirmação do secretário na reunião que tivemos com ele, quando disse que o governador não vai assinar o PCCR da Saúde”, concluiu Ângelo Florindo.
É uma vergonha. O secretário de Estado da saúde zombou dos servidores!!!!
Fonte: tudorondonia
Assinar:
Postagens (Atom)
